
O que é ptose palpebral?
Ptose palpebral é a queda da pálpebra superior além do seu posicionamento normal, resultando em um olho parcialmente ou completamente encoberto. A condição pode afetar um olho (ptose unilateral) ou ambos (ptose bilateral) e ocorre em diferentes intensidades — de leve a grave.
Além do impacto estético, a ptose pode comprometer o campo visual, causar postura compensatória da cabeça (queixo elevado), fadiga ocular e, em crianças, interferir no desenvolvimento visual, podendo levar à ambliopia (olho preguiçoso).
Quais são as causas?
A causa mais comum em adultos é a ptose aponeurótica, decorrente do envelhecimento com desinserção ou estiramento do músculo responsável por elevar a pálpebra. Outras causas incluem ptose congênita (presente desde o nascimento), ptose neurogênica (por alterações nervosas, como na síndrome de Horner ou paralisia do nervo oculomotor), ptose miopática e ptose mecânica por lesões ou tumores palpebrais. A investigação da causa é fundamental para o planejamento cirúrgico correto.
Como é o tratamento?
O tratamento da ptose palpebral é cirúrgico na grande maioria dos casos. A técnica utilizada varia conforme a causa, a função do músculo elevador da pálpebra e o grau de ptose avaliado em consulta. As principais abordagens incluem a ressecção do músculo elevador, a plicatura da aponeurose e a suspensão frontal — cada uma indicada para perfis específicos de pacientes.
Ptose palpebral em crianças
Em crianças, a ptose palpebral congênita exige avaliação e, quando indicada, correção precoce para evitar o desenvolvimento de ambliopia (redução permanente da acuidade visual pelo desuso do olho). O acompanhamento oftalmológico especializado é essencial desde o diagnóstico.
Hirt Oftalmologia Ltda • CNPJ: 52.728.800/0001-27
© 2026 Dr. Bruno Hirt • CRM/PR 45800 - Todos os Direitos Reservados
As informações contidas neste site têm caráter informativo e educacional. As fotos são apenas ilustrativas. Os conteúdos não devem ser utilizados para auto-diagnóstico e não substituem uma consulta. Em caso de dúvidas, sempre procure um médico.

